Acredito que, de qualquer forma, a Geração C é um público com muito mais oportunidade de obtenção de conhecimento, do que qualquer outro de antigamente, pois seu acesso a essa conexão on line o facilita de alcançar todas as suas dúvidas com apenas um clique.
Essas tecnologias facilitadoras possuem suas vantagens, tendo em vista seu poder em aproximar as classes sociais. Afinal, ainda que um jovem de baixo poder aquisitivo não possua um computador em casa, ele pode ter acesso de outras maneiras.
Porém, este grande avanço digital chegou em nosso país com objetivos e “manuais de instruções” completamente deturpados, pois, ainda que esse mundo virtual te ofereça todas as respostas sobre qualquer dúvida, a nossa Geração C não o usa como uma ferramenta séria e útil o trabalho e o conhecimento.
Os sites de relacionamento e os jogos on line são os mais acessados e procurados por eles, logo, os pais que estão sendo incluídos agora nesta nova sociedade não atentam seus olhares para esses novos acontecimentos que podem realmente dar início a uma nova geração, mas que no futuro pode ter consequencias e problemas maiores do que a antiga geração. Pois, se levarmos em conta os riscos que nossos jovens correm ao navegar na internet com fácil acessibilidade a tudo, veremos que a formação destes adutos ocorre, muitas vezes, num perigo constante. É nessa hora que, a Geraçao A.I. deve entrar e interferir neste processo informando-as e conduzindo-as à real e benéfica utilidade desta fonte do saber, a internet.
Deve-se ser levado em conta também o fato de que, aqui no Brasil só está inserido digitalmente o jovem da Geração C. Pois, aqueles outros conhecidos como A.I. sofrem para incluir-se no mercado de trabalho que hoje, exige um mínimo de conheciemento possível na área de informática. Mas ainda assim, esperam que o empregao se especialize cada vez mais, estando apto a novas aprendizagens.
Shaiane Vieira da Silva
segunda-feira, 29 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Comentário sobre o vídeo do Rafinha e o texto Exclusão Digital. (Gabriela E. Possoli Vesce)
No Brasil a inclusão digital ainda não é uma realidade, mas ao assistirmos ao vídeo do Rafinha podemos ver que toda essa nova geração já nasce integrada a todas essas novas tecnologias e com o pleno domínio dessas ferramentas que são o computador e a internet.
Mas como dizer que a nova geração”C” é a geração do Conteúdo, da Colaboração e da Conectividade, se ainda sabemos que no nosso país existe a exclusão digital?
A problemática da exclusão digital apresenta-se como um dos grandes desafios deste início de século.
A nova geração “C” tem a acessibilidade a diversos tipos de informação, enquanto uma parte dessa geração fica excluída dessa informação, ou seja, uns estão tão conectados e ligados com a globalização e outros estão excluídos do acesso às novas tecnologias.
A geração “C” hoje passa de indivíduo passivo para ativo no campo da internet, programam, participam e elaboram o que quiserem na internet.
O filósofo francês, Pierre Lévy afirma que: “toda nova tecnologia cria seus excluídos”.
Com essa afirmação podemos concluir que não só excluímos pessoas das novas tecnologias como também criamos uma desigualdade social, onde o indivíduo não tem acesso ao seu direito e exercício de uma cidadania plena.
A exclusão digital estende-se até o mercado de trabalho, pois as empresas querem contratar profissionais que saibam lidar com essas novas tecnologias e as pessoas que não tem o acesso a essas novas tecnologias ficam à margem do que o mercado de trabalho está procurando e exigindo e essas exigências vão além do domínio da leitura e da escrita.
Anielle Barboza Galdencio.
Mas como dizer que a nova geração”C” é a geração do Conteúdo, da Colaboração e da Conectividade, se ainda sabemos que no nosso país existe a exclusão digital?
A problemática da exclusão digital apresenta-se como um dos grandes desafios deste início de século.
A nova geração “C” tem a acessibilidade a diversos tipos de informação, enquanto uma parte dessa geração fica excluída dessa informação, ou seja, uns estão tão conectados e ligados com a globalização e outros estão excluídos do acesso às novas tecnologias.
A geração “C” hoje passa de indivíduo passivo para ativo no campo da internet, programam, participam e elaboram o que quiserem na internet.
O filósofo francês, Pierre Lévy afirma que: “toda nova tecnologia cria seus excluídos”.
Com essa afirmação podemos concluir que não só excluímos pessoas das novas tecnologias como também criamos uma desigualdade social, onde o indivíduo não tem acesso ao seu direito e exercício de uma cidadania plena.
A exclusão digital estende-se até o mercado de trabalho, pois as empresas querem contratar profissionais que saibam lidar com essas novas tecnologias e as pessoas que não tem o acesso a essas novas tecnologias ficam à margem do que o mercado de trabalho está procurando e exigindo e essas exigências vão além do domínio da leitura e da escrita.
Anielle Barboza Galdencio.
As tecnologias são importantes, mas apenas se soubermos utilizá-las. E saber utilizá-las não é apenas um problema técnico.
Tecnologias do Conhecimento
Tentamos aqui identificar as grandes linhas do imenso potencial que abrem as novas tecnologias do conhecimento, e também os novos perigos que apresentam. A educação já não pode funcionar sem se articular com dinâmicas mais amplas que extrapolam a sala de aula. Da mesma forma, a economia já não pode funcionar de maneira adequada sem enfrentar a questão da organização social do conhecimento.
O autor destas linhas é economista. Porque está se aventurando nesta área que normalmente é da educação? Por um lado, porque ensinar economia é um trabalho de educação, e não há educador que não sinta que estamos avançando para novos horizontes. Por outro lado, estamos avançando a passos largos para uma sociedade do conhecimento, e a problemática da educação se tornou central para todos nós, para o desenvolvimento econômico e social de maneira geral.
As tecnologias em si não são ruins. Fazer mais coisas com menos esforço é positivo. Mas as tecnologias sem a educação, conhecimentos e sabedoria que permitam organizar o seu real aproveitamento, levam-nos apenas a fazer mais rápido e em maior escala os mesmos erros. Achávamos que o essencial para desenvolver o país seria criar fábricas e bancos. Hoje constatamos que sem os conhecimentos e a organização social correspondente, construímos uma modernidade com pés de barro, um luxo de fachada que já não engana mais ninguém.
Alguns trechos do presente livro apareceram em artigos, ou capítulos de livros. Com a dimensão dos desafios que enfrentamos, achamos útil elaborar uma visão de conjunto, e apresentar os nossos principais desafios de maneira sistematizada, ainda que sumária.
Fonte: Veja texto completo.
Tentamos aqui identificar as grandes linhas do imenso potencial que abrem as novas tecnologias do conhecimento, e também os novos perigos que apresentam. A educação já não pode funcionar sem se articular com dinâmicas mais amplas que extrapolam a sala de aula. Da mesma forma, a economia já não pode funcionar de maneira adequada sem enfrentar a questão da organização social do conhecimento.
O autor destas linhas é economista. Porque está se aventurando nesta área que normalmente é da educação? Por um lado, porque ensinar economia é um trabalho de educação, e não há educador que não sinta que estamos avançando para novos horizontes. Por outro lado, estamos avançando a passos largos para uma sociedade do conhecimento, e a problemática da educação se tornou central para todos nós, para o desenvolvimento econômico e social de maneira geral.
As tecnologias em si não são ruins. Fazer mais coisas com menos esforço é positivo. Mas as tecnologias sem a educação, conhecimentos e sabedoria que permitam organizar o seu real aproveitamento, levam-nos apenas a fazer mais rápido e em maior escala os mesmos erros. Achávamos que o essencial para desenvolver o país seria criar fábricas e bancos. Hoje constatamos que sem os conhecimentos e a organização social correspondente, construímos uma modernidade com pés de barro, um luxo de fachada que já não engana mais ninguém.
Alguns trechos do presente livro apareceram em artigos, ou capítulos de livros. Com a dimensão dos desafios que enfrentamos, achamos útil elaborar uma visão de conjunto, e apresentar os nossos principais desafios de maneira sistematizada, ainda que sumária.
Fonte: Veja texto completo.
Projeto de Inclusão Digital que deu certo.
Semana de Inclusão Digital 2010: evento na Lapa promove a democratização da informática
O computador, apesar de já ter se tornado um equipamento popular entre os brasileiros, ainda tem acesso restrito entre a população mais carente. Um evento na Fundição Progresso, na Lapa, vai mostrar que o universo digital pode estar ao alcance de todo mundo.
Para lembrar a necessidade e a importância da informática como elemento transformador, o Comitê para a Democratização da Informática (CDI), que este ano completa 15 anos, realiza uma série de atividades para o público. Exposições e cursos livres serão abertos para quem quiser conhecer mais sobre o universo da informática e a história do cdi.
No evento, que acontece nesta quinta (25) e sexta-feira (26), atividades como oficinas de moviemaker e edição de imagens, oficina de música eletrônica e oficina de vídeo e TV digital serão abertas ao público.
Além das atividades, o comitê também vai receber doações de computadores e equipamentos que serão entregues aos centros de inclusão digital em comunidades carentes.
Atualmente, o CDI possui 32 escritórios regionais, que já beneficiaram mais de 1,3 milhão pessoas, principalmente crianças e jovens.
A ONG possui mais de 800 centros espalhados pelo país e ainda atua em mais 13 países, a maioria na América Latina.
Programação:
Local: Fundição Progresso - Rua dos Arcos, 24 - Lapa
Entrada franca
Dias 25 e 26 de março, das 11h às 19h - coleta de computadores usado
Dia 25 de março:
das14h às 18h - oficinas de moviemaker e edição de imagens no CDI Comunidade Francisco
das 15h às 18h - oficina de música eletrônica "Circuit Band" com o uso de material eletrônico analógico e digital*
- oficina de vídeo e TV digital com caito mainier *
- 16h às 20h - "Mostra de Superação" com exposição da artista Kátia Santana - "Arte Superando Barreiras" e estandes com os seguintes assuntos:
-.computadores para hospitais
-.utilização de equipamentos
- reciclagem verde - o processo de reciclagem do lixo eletrônico
- projeto CDI Conexão - parceria com a rede cidadã e Accenture para capacitar e inserir jovens no mercado de trabalho
- CDI nos presídios
- CDI e pessoas com deficiências - parceira com Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD)
- das 18h às 21h: inauguração da exposição de fotos "Agentes de Transformação Cdi"
-18h: batalha de mcs com a participação do Mc Marechal
- das 18h30 às 19h30: palestra de superação com a presença do artista Vik Muniz
- 19h30h às 20h30: happy hour com DJ e VJ
*outras atividades estarão acontecendo nos CDIS Comunidades do Rio
Fonte
O computador, apesar de já ter se tornado um equipamento popular entre os brasileiros, ainda tem acesso restrito entre a população mais carente. Um evento na Fundição Progresso, na Lapa, vai mostrar que o universo digital pode estar ao alcance de todo mundo.
Para lembrar a necessidade e a importância da informática como elemento transformador, o Comitê para a Democratização da Informática (CDI), que este ano completa 15 anos, realiza uma série de atividades para o público. Exposições e cursos livres serão abertos para quem quiser conhecer mais sobre o universo da informática e a história do cdi.
No evento, que acontece nesta quinta (25) e sexta-feira (26), atividades como oficinas de moviemaker e edição de imagens, oficina de música eletrônica e oficina de vídeo e TV digital serão abertas ao público.
Além das atividades, o comitê também vai receber doações de computadores e equipamentos que serão entregues aos centros de inclusão digital em comunidades carentes.
Atualmente, o CDI possui 32 escritórios regionais, que já beneficiaram mais de 1,3 milhão pessoas, principalmente crianças e jovens.
A ONG possui mais de 800 centros espalhados pelo país e ainda atua em mais 13 países, a maioria na América Latina.
Programação:
Local: Fundição Progresso - Rua dos Arcos, 24 - Lapa
Entrada franca
Dias 25 e 26 de março, das 11h às 19h - coleta de computadores usado
Dia 25 de março:
das14h às 18h - oficinas de moviemaker e edição de imagens no CDI Comunidade Francisco
das 15h às 18h - oficina de música eletrônica "Circuit Band" com o uso de material eletrônico analógico e digital*
- oficina de vídeo e TV digital com caito mainier *
- 16h às 20h - "Mostra de Superação" com exposição da artista Kátia Santana - "Arte Superando Barreiras" e estandes com os seguintes assuntos:
-.computadores para hospitais
-.utilização de equipamentos
- reciclagem verde - o processo de reciclagem do lixo eletrônico
- projeto CDI Conexão - parceria com a rede cidadã e Accenture para capacitar e inserir jovens no mercado de trabalho
- CDI nos presídios
- CDI e pessoas com deficiências - parceira com Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD)
- das 18h às 21h: inauguração da exposição de fotos "Agentes de Transformação Cdi"
-18h: batalha de mcs com a participação do Mc Marechal
- das 18h30 às 19h30: palestra de superação com a presença do artista Vik Muniz
- 19h30h às 20h30: happy hour com DJ e VJ
*outras atividades estarão acontecendo nos CDIS Comunidades do Rio
Fonte
domingo, 21 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Exclusão Digital
No Brasil, a inclusão digital ainda não é realidade, presenciamos uma série de desigualdades e exclusões,sendo assim, as tecnologias e o mundo digital não poderiam estar a parte.
Os termos infoexclusão e apartheid digital são expressões que definem essa exclusão de oportunidades.
Podemos perceber que o acesso à mídia e às tecnologias de informação e comunicação não são o bastante para assegurar a inclusão digital.
Atualmente, as exigências do mercado de trabalho vão além do domínio da leitura e da escrita, os empregadores esperam plena capacidade e aptidão às tecnologias ou, no mínimo, um conhecimento básico digital.
Fonte:Texto na íntegra
Os termos infoexclusão e apartheid digital são expressões que definem essa exclusão de oportunidades.
Podemos perceber que o acesso à mídia e às tecnologias de informação e comunicação não são o bastante para assegurar a inclusão digital.
Atualmente, as exigências do mercado de trabalho vão além do domínio da leitura e da escrita, os empregadores esperam plena capacidade e aptidão às tecnologias ou, no mínimo, um conhecimento básico digital.
Fonte:Texto na íntegra
Jovens participam de projetos sobre inclusão digital no RS.
Segunda-feira, 23 de março de 2009 - 14:00 23/3/2009 –
Com um sorriso contagiante, L.C.P, 14 anos, navega sem fronteiras pela internet. Entre um sítio e outro, a jovem que quer ser professora ou advogada aproveita as maravilhas da rede e faz planos para o futuro. Da mesma forma, outros 29 meninos e meninas carentes de Pelotas dão os primeiros passos para se tornar cidadãos participativos, graças ao projeto de inclusão social e digital desenvolvido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense, em parceria com o Ministério Público Estadual e a Secretaria Municipal de Cidadania.
A idéia surgiu em 2007. De lá para cá, 60 jovens já foram atendidos e ganharam a oportunidade de sonhar com uma vida melhor. Atualmente, 30 alunos, de cinco casas lares de Pelotas, participam do projeto. Além da informática, eles também freqüentam aulas de música, xadrez e praticam esportes nas instalações oferecidas pelo campus Pelotas do instituto federal sul-rio-grandense.
“Muito mais que os ensinamentos sobre programas como word, excel e powerpoint, as aulas de informática servem como reforço pedagógico. Aqui eles exercitam a leitura e utilizam a internet para fazer trabalhos escolares”, comenta o professor Luis Paulo Basgalupe Moreira.
O sentimento de satisfação também é compartilhado pela analista de tecnologia da informação Simoni Krüger, que desde o ano passado se dedica à causa. “Tem sido uma experiência incrível poder participar e ajudar a gurizada através da informática. Por isso, acredito que vale à pena investir na educação”, ressalta a servidora do instituto federal.
Junto com Moreira e Simoni, mais quatro professores e quatro bolsistas se dedicam voluntariamente ao projeto de inclusão, coordenado pelo pró-reitor adjunto de extensão do instituto, Miguel Baneiro. As aulas, que se estendem de março a dezembro, são realizadas nas segundas e quartas-feiras pela manhã e nas terças e quintas à tarde.
“Procuramos dar carinho e atenção, já que muitos deles não encontram isso em casa”, destaca Baneiro, que se emociona ao ver, em apenas dois anos, os resultados positivos alcançados pela iniciativa. Destaque para as audições de música ministradas pelo professor Marco Antônio Fragoso, atividade sacramentada com a Banda da Promotoria, outro projeto em desenvolvimento na Promotoria de Justiça.
Conforme Baneiro, em pouco tempo o projeto se transformará em programa, com a ampliação na oferta de cursos e oficinas. As primeiras beneficiadas serão as meninas, que passarão a ter aulas de artesanato já a partir de abril.
“Com este trabalho de inclusão tanto digital como social, o instituto federal sul-rio-grandense se empenha para oferecer mais oportunidades àqueles que estão à margem da sociedade. Nosso objetivo é prepará-los para o futuro, dando ferramentas para que eles reescrevam a sua própria história”, afirma o reitor Antônio Carlos Barum Brod.Fonte
Com um sorriso contagiante, L.C.P, 14 anos, navega sem fronteiras pela internet. Entre um sítio e outro, a jovem que quer ser professora ou advogada aproveita as maravilhas da rede e faz planos para o futuro. Da mesma forma, outros 29 meninos e meninas carentes de Pelotas dão os primeiros passos para se tornar cidadãos participativos, graças ao projeto de inclusão social e digital desenvolvido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense, em parceria com o Ministério Público Estadual e a Secretaria Municipal de Cidadania.
A idéia surgiu em 2007. De lá para cá, 60 jovens já foram atendidos e ganharam a oportunidade de sonhar com uma vida melhor. Atualmente, 30 alunos, de cinco casas lares de Pelotas, participam do projeto. Além da informática, eles também freqüentam aulas de música, xadrez e praticam esportes nas instalações oferecidas pelo campus Pelotas do instituto federal sul-rio-grandense.
“Muito mais que os ensinamentos sobre programas como word, excel e powerpoint, as aulas de informática servem como reforço pedagógico. Aqui eles exercitam a leitura e utilizam a internet para fazer trabalhos escolares”, comenta o professor Luis Paulo Basgalupe Moreira.
O sentimento de satisfação também é compartilhado pela analista de tecnologia da informação Simoni Krüger, que desde o ano passado se dedica à causa. “Tem sido uma experiência incrível poder participar e ajudar a gurizada através da informática. Por isso, acredito que vale à pena investir na educação”, ressalta a servidora do instituto federal.
Junto com Moreira e Simoni, mais quatro professores e quatro bolsistas se dedicam voluntariamente ao projeto de inclusão, coordenado pelo pró-reitor adjunto de extensão do instituto, Miguel Baneiro. As aulas, que se estendem de março a dezembro, são realizadas nas segundas e quartas-feiras pela manhã e nas terças e quintas à tarde.
“Procuramos dar carinho e atenção, já que muitos deles não encontram isso em casa”, destaca Baneiro, que se emociona ao ver, em apenas dois anos, os resultados positivos alcançados pela iniciativa. Destaque para as audições de música ministradas pelo professor Marco Antônio Fragoso, atividade sacramentada com a Banda da Promotoria, outro projeto em desenvolvimento na Promotoria de Justiça.
Conforme Baneiro, em pouco tempo o projeto se transformará em programa, com a ampliação na oferta de cursos e oficinas. As primeiras beneficiadas serão as meninas, que passarão a ter aulas de artesanato já a partir de abril.
“Com este trabalho de inclusão tanto digital como social, o instituto federal sul-rio-grandense se empenha para oferecer mais oportunidades àqueles que estão à margem da sociedade. Nosso objetivo é prepará-los para o futuro, dando ferramentas para que eles reescrevam a sua própria história”, afirma o reitor Antônio Carlos Barum Brod.Fonte
GERAÇÃO "C".
O "C" vêm de Conteúdo (Content em Inglês), ou seja, Geração Conteúdo, mas pode ser encarado também como Geração Conectada ou da Conectividade.
Mas o que é isso de verdade? Quem são essas pessoas? O que as tornam tão diferentes?
Bem, elas não muito diferentes de você ou do seu vizinho, mas elas presenciam uma realidade onde sempre existiram computadores a sua volta, até porque elas convivem com computadores desde que nasceram, onde o termo "Internet" e "On-line" não apresentam nada de novo, afinal isto sempre fez parte do dia-a-dia delas antes mesmo de entenderem o que o termo dia-a-dia queria realmente dizer.
Provavelmente a maneira como classificamos as pessoas / consumidores / público-alvo / etnias / grupos sociais, vai mudar drasticamente em virtude do impacto que a primeira leva da Geração "C" começa a despontar no mundo com números expressivos.
Mas existe realmente algo que diferencia estas pessoas. E não são somente seus hábitos de consumo, e sim a forma como elas se relacionam com o mundo. Até porque consumidor jovem é bem diferente de público jovem.
Se acostume com os termos A.I. (pessoas nascidas antes da internet) e D.I. (depois da internet). Estes termos definem dois grupos de pessoas que operam de forma totalmente diferentes.
Essa Geração, a "C", é a primeira fornada de consumidores nascida sob a onipresença do computador e da internet.
Todo esse Buzz existe porque eles possuem a capacidade de produzir e veicular seu próprio conteúdo. Sua interferência na mídia e na sociedade em geral tem gerado e alimentado fenômenos como o YouTube, os Blogs, a Wikipedia e o Orkut. Em virtude de ter crescido sob a presença da internet, a Geração "C" tem um DNA diferente, uma atitude não-linear, viral, horizontal, esculpida e lapidada pela sua própria atuação na rede.
(Vi algo parecido como isto na Rússia em 2003. Os jovens nascidos depois da queda do Comunismo estavam mudando drásticamente a maneira como as pessoas viviam e enchergavam o mundo em que viviam. O choque de gerações estava acontecendo de maneira abrupta e incontrolável e as divergências de opiniões e comportamentais eram de porporções gigantescas.)
Este novo padrão de comportamento se encontram em diversos tipos de pessoas que estão ao nosso redor, esta nova geração está equipada com cérebros digitais. Qualquer marca que tentar acessá-la de forma analógica vai ficar para trás.
Está chegando a era onde investir toda a verba de marketing numa milionária campanha de televisão é coisa do passado.
Para falar a mesma língua que a Geração "C" as marcas precisam ser navegáveis.
Nunca foi tão importante ter uma identidade de marca coesa e se expressar de maneira coerente. O bom e velho Branding, o grande alinhador da essência de marca através das inúmeras plataformas de comunicação. As marcas agora precisam engajar o público através de múltiplos canais e de diferentes formas: via conteúdo, entretenimento, na web e fora dela, através de experiências e sensações e, eventualmente, associadas a outras marcas.
A Geração "C" tem o cérebro desenhado como nenhuma outra, com sua revolucionária capacidade de editar e produzir informação. O código da comunicação mudou inteiramente a partir dela. O Branding tornou-se uma ferramenta indispensável para as empresas que precisam encarar o desafio de se sobressair e atingir o novo público jovem que já está dominando o mundo, o jovem da Geração "C".
Vai chegar a hora, a hora da virada, o momento onde o Consumidor consegue através de multi-vozes quase inaudíveis alinhar-se e soltar um tremendo berro como reposta.
Ao meu ver esta hora chegou, e é agora!
GERAÇÃO C.... ATIVAR!Fonte
Mas o que é isso de verdade? Quem são essas pessoas? O que as tornam tão diferentes?
Bem, elas não muito diferentes de você ou do seu vizinho, mas elas presenciam uma realidade onde sempre existiram computadores a sua volta, até porque elas convivem com computadores desde que nasceram, onde o termo "Internet" e "On-line" não apresentam nada de novo, afinal isto sempre fez parte do dia-a-dia delas antes mesmo de entenderem o que o termo dia-a-dia queria realmente dizer.
Provavelmente a maneira como classificamos as pessoas / consumidores / público-alvo / etnias / grupos sociais, vai mudar drasticamente em virtude do impacto que a primeira leva da Geração "C" começa a despontar no mundo com números expressivos.
Mas existe realmente algo que diferencia estas pessoas. E não são somente seus hábitos de consumo, e sim a forma como elas se relacionam com o mundo. Até porque consumidor jovem é bem diferente de público jovem.
Se acostume com os termos A.I. (pessoas nascidas antes da internet) e D.I. (depois da internet). Estes termos definem dois grupos de pessoas que operam de forma totalmente diferentes.
Essa Geração, a "C", é a primeira fornada de consumidores nascida sob a onipresença do computador e da internet.
Todo esse Buzz existe porque eles possuem a capacidade de produzir e veicular seu próprio conteúdo. Sua interferência na mídia e na sociedade em geral tem gerado e alimentado fenômenos como o YouTube, os Blogs, a Wikipedia e o Orkut. Em virtude de ter crescido sob a presença da internet, a Geração "C" tem um DNA diferente, uma atitude não-linear, viral, horizontal, esculpida e lapidada pela sua própria atuação na rede.
(Vi algo parecido como isto na Rússia em 2003. Os jovens nascidos depois da queda do Comunismo estavam mudando drásticamente a maneira como as pessoas viviam e enchergavam o mundo em que viviam. O choque de gerações estava acontecendo de maneira abrupta e incontrolável e as divergências de opiniões e comportamentais eram de porporções gigantescas.)
Este novo padrão de comportamento se encontram em diversos tipos de pessoas que estão ao nosso redor, esta nova geração está equipada com cérebros digitais. Qualquer marca que tentar acessá-la de forma analógica vai ficar para trás.
Está chegando a era onde investir toda a verba de marketing numa milionária campanha de televisão é coisa do passado.
Para falar a mesma língua que a Geração "C" as marcas precisam ser navegáveis.
Nunca foi tão importante ter uma identidade de marca coesa e se expressar de maneira coerente. O bom e velho Branding, o grande alinhador da essência de marca através das inúmeras plataformas de comunicação. As marcas agora precisam engajar o público através de múltiplos canais e de diferentes formas: via conteúdo, entretenimento, na web e fora dela, através de experiências e sensações e, eventualmente, associadas a outras marcas.
A Geração "C" tem o cérebro desenhado como nenhuma outra, com sua revolucionária capacidade de editar e produzir informação. O código da comunicação mudou inteiramente a partir dela. O Branding tornou-se uma ferramenta indispensável para as empresas que precisam encarar o desafio de se sobressair e atingir o novo público jovem que já está dominando o mundo, o jovem da Geração "C".
Vai chegar a hora, a hora da virada, o momento onde o Consumidor consegue através de multi-vozes quase inaudíveis alinhar-se e soltar um tremendo berro como reposta.
Ao meu ver esta hora chegou, e é agora!
GERAÇÃO C.... ATIVAR!Fonte
PESQUISA.
Exclusão digital
Pesquisa revela que 68% dos brasileiros nunca usaram internet
Publicado em 25/11/2005 - 11:45
Uma pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil - em parceria com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com o Instituto Ipsos-Opinion e com o Ibope//NetRatings mostrou que 68% dos brasileiros nunca usaram a Internet e somente 9,6% da população brasileira a utiliza diariamente. A pesquisa apontou ainda que o principal motivo que promove o acesso à rede é a educação, já que 41% dos brasileiros utilizam a Internet como ferramenta de apoio para atividades escolares. Outro dado destacado é que 55% da população brasileira nunca utilizou o computador.
O panorama do uso das tecnologias de informação e comunicação em empresas brasileiras representadas na pesquisa, no entanto, apresenta resultados positivos. As taxas de uso do computador e da internet são altas, mostrando a ampla informatização do setor privado. Os números mostram que 98,76% das empresas usaram computadores nos últimos 12 meses e 39% das empresas que usaram computadores possuem intranet (rede interna da empresa). Além disso, 16,54% das empresas tem funcionários acessando o sistema de computadores da companhia à distância e 44,52% das empresas tiveram alto grau, ou substituição quase total, do correio tradicional por e-mail.
Os dados da pesquisa reforçam a idéia de que o acesso e o uso do computador e da Internet no Brasil dependem do nível socioeconômico do indivíduo, sua renda familiar, e a região onde vive. O nível de posse e uso do computador e da Internet nos diversos segmentos sociais se concentram nos indivíduos de famílias com maior poder aquisitivo e que moram em regiões mais ricas. Além disso, pessoas mais jovens usam mais o computador e a Internet do que as que apresentam maior idade.Fonte
Pesquisa revela que 68% dos brasileiros nunca usaram internet
Publicado em 25/11/2005 - 11:45
Uma pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil - em parceria com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com o Instituto Ipsos-Opinion e com o Ibope//NetRatings mostrou que 68% dos brasileiros nunca usaram a Internet e somente 9,6% da população brasileira a utiliza diariamente. A pesquisa apontou ainda que o principal motivo que promove o acesso à rede é a educação, já que 41% dos brasileiros utilizam a Internet como ferramenta de apoio para atividades escolares. Outro dado destacado é que 55% da população brasileira nunca utilizou o computador.
O panorama do uso das tecnologias de informação e comunicação em empresas brasileiras representadas na pesquisa, no entanto, apresenta resultados positivos. As taxas de uso do computador e da internet são altas, mostrando a ampla informatização do setor privado. Os números mostram que 98,76% das empresas usaram computadores nos últimos 12 meses e 39% das empresas que usaram computadores possuem intranet (rede interna da empresa). Além disso, 16,54% das empresas tem funcionários acessando o sistema de computadores da companhia à distância e 44,52% das empresas tiveram alto grau, ou substituição quase total, do correio tradicional por e-mail.
Os dados da pesquisa reforçam a idéia de que o acesso e o uso do computador e da Internet no Brasil dependem do nível socioeconômico do indivíduo, sua renda familiar, e a região onde vive. O nível de posse e uso do computador e da Internet nos diversos segmentos sociais se concentram nos indivíduos de famílias com maior poder aquisitivo e que moram em regiões mais ricas. Além disso, pessoas mais jovens usam mais o computador e a Internet do que as que apresentam maior idade.Fonte
EDUCAÇÃO E INCLUSÃO DIGITAL
Olá pessoal!!!!
Sejam bem vindos ao nosso blog,aqui pretedemos discutir e abordar temas sobre Exclusão e Inclusão Digital realizados no nosso bairro, na nossa cidade, no nosso estado e no nossso país, sintam-se a vontade para seguir, comentar e interagir com o nosso grupo.
"...é necessário repensar a escola e a educação no sentido mais amplo. A escola deve ser menos lecionadora e mas organizadora de conhecimento, articuladora dos diversos espaços do conhecimento."
(Dowbor, L.,2001)
(Dowbor, L.,2001)
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