quarta-feira, 23 de junho de 2010

Vi Encontro de Educadores – Como Ensinar Professores a Serem bons Professores




Como a palestra tratava-se de uma mesa redonda, alguns alunos de diferentes cursos de licenciatura participaram, colaborando com as suas experiências vividas nos estágios.
Pude constatar que para ser um bom professor é necessário ir além das perspectivas escolares e integrar-se com a profissão independente das dificuldades.
O docente precisa estar sempre atento à realidade vivida pelo aluno, para que ele possa intervir nas diversas situações ocorridas ciente dos reais acontecimentos. Contudo, essa aproximação entre professor e aluno gera um bom relacionamento em sala, facilitando o processo ensino-aprendizagem.
Enfim, não baste ser professor, tem que ser educador!

Roseli Campos Duarte


segunda-feira, 21 de junho de 2010

VI Encontro de Educadores – Práticas Pedagógicas Docentes a partir da Formação Continuada







Como ensinar professores a se tornarem bons professores
Coord. Profª Ivonete Cristina Campos Lima


A palestra abordou o assunto através da coordenadora e alunos de diversos cursos da Uniabeu que relatara suas experiências sobre o tema.
Formou-se uma mesa redonda, onde todos participantes puderam opinar. O debate ocorreu fluentemente desenvolvidos por tópicos, dentre outros encontravam-se: Bons alunos se fazem sozinhos? Por que é tão difícil ensinar a ensinar? Como manter o aluno em sala de aula?
Constatou-se durante a palestra que para ser um bom professor deve-se, primeiramente, amar a sua profissão e dedicar-se a ela, independente das dificuldades encontradas. O docente deve ser capaz de identificar os mínimos problemas em sala a fim de solucioná-los, valorizando as vivências dos alunos e suas particularidades para que a construção do conhecimento seja conjunta, professor-aluno, desenvolvendo assim uma aprendizagem significativa à todos.

Shaiane Vieira da Silva.

domingo, 20 de junho de 2010

VI Encontro de Educadores - UNIABEU.



ALUNO: EWERTON MORAIS NASCIMENTO
OFICINA-08 (ENCONTRO DE EDUCADORES)
TEMA: APRENDER LIBRAS UMA ATITUDE LEGAL
PROFª TATIANE MILITÃO DE SÁ

RESUMO
• Foram apresentadas ao grupo algumas Instituições que são responsáveis pelo ensino de LIBRAS no Rio de Janeiro, por exemplo: INES, FEISE, APADA, Feneis e outros.
• Foram abordados sobre o tema algumas Políticas Públicas responsáveis pela Legalidade de sua existência. O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão do ensino da Língua Brasileira de Sinais nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior.
• A Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 — Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS e dá outras providências.
• O Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 — Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
• Foram realizadas duas Dinâmicas de Grupo, onde foi proporcionado aos alunos uma interação entre os mesmos e a participação prática na execução e interpretação de alguns sináis básicos desta Linguagem.
• Foi ressaltado também a importante informação de que a LIBRAS é a segunda Língua oficialmente reconhecida de nosso País. Informação esta que muitos brasileiros, infelizmente desconhecem.

sábado, 19 de junho de 2010

VI Encontro de Educadores - UNIABEU.



OFICINA - Medir ou Avaliar? A avaliação no atual contexto escolar.
Profº: Rosimeri Maria Barbosa Palomanes.
Recurso: Retroprojetor
Monitora: Glaucia Rezende
14/06/2010.

Como podemos avaliar o nosso aluno nos dias atuais?
A palestra nos mostrou a diferença entre o medir a capacidade do aluno e o Avaliar, ou seja, fazer um juizo de valor.
Nos tempos atuais, os professores tem como objetivo formar cidadãos críticos, porém a avaliação por vezes é apresentada ao aluno como forma de medir o grau de inteligência, tendo os professores uma linha de pensamento em que são os detetores com o poder na ponta da caneta, ou seja, precisamos ter cuidado com essa forma de avaliar pois o professor tem sempre que ter um diálogo horizontal com o aluno, de modo que a prova ou qualquer outro instrumento de avaliação seja um ponto onde o professor possa avaliar até onde esse aluno sabe para assim intervir e construir novos conhecimentos. Tendo sempre uma visão de alteridade para com o aluno, olhando ele não como um número mas como um ser humano único, pois uma má avaliação pode modificar futuros, por isso um professor tem que trazer para si a responsabilidade da vida e futuro de cada cidadão que está formando.
A palestra me acrecentou muito em minha vida profissional, ampliando minha visão em relação ao meu aluno e a responsabilidade que tenho com ele.

Aluna: Elaine Alves Teixeira. P.331.

Estatísticas e dados sócio-econômicas da ONG Mundo Novo.

A ONG Mundo Novo vem através de um trabalho social assistir as famílias da comunidade de Mesquita, através de atividades educacionais e culturais, proporcionando o acesso a educação às crianças que ainda não tem a idade obrigatória para frequentarem as escolas da rede pública.
A ONG oferece atividades de reforço escolar para crianças, ensino de alfabetização para jovens e adultos, acesso a algumas tecnologias, a participação e execução de atividades culturais em projetos e oficinas.
A instituição se mantém através de doações financeiras ou não. A comunidade colabora doando alimentos, produtos de limpeza, materiais escolares, brinquedos, etc.
A ONG também presta assistencialismo a algumas famílias das crianças que participam das atividades. Segundo o questionário, as famílias apresentam uma renda familiar menor ou igual a um salário mínimo que sustenta em média uma família de cinco membros, sendo esses nas maiorias das vezes mãe e filhos, pois muito deles não possuem pai presente.
Alguns professores que atuam na ONG Mundo Novo possuem o nível superior completo. O corpo docente consiste em uma Assistente Social, duas Pedagogas, uma professora de Educação Física e dez voluntárias do Curso Normal.(estagiárias)
A Ong desenvolve vários projetos com as crianças; Projeto livro da Vida onde toda a ONG participa e Projeto Aluno Empreendedor onde estimula e desenvolve a criança a confeccionar e vender o seu próprio artesanato.

Grupo: Anielle, Elaine Alves, Ewerton, Roseli e Shaiane.

PROJETO OBA. (Ouvindo, brincando e aprendendo) ONG Mundo Novo.

- Circuito de Brincadeiras.













Grupo: Anielle, Elaine Alves, Ewerton, Roseli e Shaiane.

PROJETO OBA. (Ouvindo, brincando e aprendendo) ONG Mundo Novo.

Tema: Circuito de Brincadeiras.
Grupo: Anielle, Elaine Alves, Ewerton, Roseli e Shaiane.

Cobertura do Evento - 19/06/2010.











PROJETO OBA. (Ouvindo, brincando e aprendendo) ONG Mundo Novo.

Tema: Circuito de Brincadeiras.
Grupo: Anielle, Elaine Alves, Ewerton, Roseli e Shaiane.


Realizamos as atvidades na ONG com as crianças de 3 a 6 anos, com o objetivo de proporcionar através de brincadeiras diferentes situações de aprendizagem nas quais as crianças possam se divertir brincar, falar, representar e reapresentar as diferentes brincadeiras propostas.

- PREPARAÇÃO.




ONG MUNDO NOVO - CHATUBA - MESQUITA.
19/06/2010.


terça-feira, 15 de junho de 2010

VI Encontro de Educadores - UNIABEU. 14/06/2010






- Medir ou Avaliar? A avaliação no atual contexto escolar.
Profº: Rosimeri Maria Barbosa Palomanes.

Anielle Barboza Galdencio.

VI Encontro de Educadores - UNIABEU. 14/06/2010




- Medir ou Avaliar? A avaliação no atual contexto escolar.
Profº: Rosimeri Maria Barbosa Palomanes.

Anielle Barboza Galdencio.

VI Encontro de Educadores - UNIABEU. 14/06/2010



- Medir ou Avaliar? A avaliação no atual contexto escolar.
Profº: Rosimeri Maria Barbosa Palomanes.

Anielle Barboza Galdencio.

VI Encontro de Educadores - UNIABEU. 14/06/2010


- Medir ou Avaliar? A avaliação no atual contexto escolar.
Profº: Rosimeri Maria Barbosa Palomanes.

Anielle Barboza Galdencio.

VI Encontro de Educadores - UNIABEU.

OFICINA - Medir ou Avaliar? A avaliação no atual contexto escolar.
Profº: Rosimeri Maria Barbosa Palomanes.
Recurso: Retroprojetor
Monitora: Glaucia Rezende
- Pontos importantes da Oficina.
14/06/2010.

Começou lendo uma fábula onde abordava a avaliação como prática social. A avaliação não é fácil, mas sim complexa; Prova é um momento de estudo sim.

* O que é avaliar?
É um processo de julgamento de valor.

* Juízo de valor - a avaliação difer ede pessoa para pessoa.

* O que é Medir?
Estabelecer um grau um número. Eu meço quando atribuo um grau um número e avalio em todo esse contexto.

* São diversos os tipos de avaliações - prova, teste, trabalhos (grupo e individual), seminários e outros.

* O que uma prova pode medir?
Depende de como ela foi elaborada.Numa prova as notas deveriam traduzir as diferenças no domínio do assunto pelos alunos.

* Etapas do Planejamento da prova.
I Quanto ao conteúdo.
II Quanto à disposição.
III Quanto à forma de apresentação.
IV Quanto ao equilíbrio.

* Tipos de questões que podem ser usadas:

- Subjetivas: incluem questões do tipo dissertação.

- Objetivas: podem ser respondidas com poucas palavras ou mesmo por indicação de uma letra ou número, respostas curtas; de lacunas; de certo-errado ou verdadeiro-falso; de correlação e de múltipla escolha.

* Algumas Características das Provas na linha Tradicional:

a) Exploração exagerada da memorização.
b) Falta de parâmetros para a correção.
c) Utilização de palavras de comando sem precisão de sentido no contexto.

* Características das Provas na perspectivas Construtivistas:

a) Contextualização.
b) Parametização.
c) Exploração da capacidade de leitura e escrita do aluno.
d) Proposição de questões operatórios e não apenas transcritórias.

A oficina foi muito boa e produtiva, nos mostrando a diferença entre medir e avaliar, e como aplicar essa ferramenta tão importante que é a avaliação no atual contexto escolar, elaborando e planejando com responsabilidade as avaliações dos nossos alunos para serem significativas e de total contribuição para a sua vida.

Anielle Barboza Galdencio.

domingo, 13 de junho de 2010

Aluno é tudo igual?!












Observação: O servidor onde o slide está hospedado não suporta vídeos, por isso o vídeo "Paixão que nos une", que está localizado no 6º slide(PLANEJAMENTO)encontra-se logo abaixo dos slides.

domingo, 18 de abril de 2010

COMENTÁRIO VÍDEO RAFINHA X TEXTO EXCLUÇÃO DIGITAL

AO ASSISTIR O VIDEO DO RAFINHA E LER O TEXTO EXCLUSÃO DIGITAL,PUDE PERCEBER QUE HOJE EM DIA TEMOS DOIS MUNDOS PARALELOS. OU SEJA, RAFINHA VEM DE UMA GERAÇÃO CIBERNÉTICA, ONDE SEU OBJETIVO É MANTER LAÇOS SOCIAIS NA REDE, O QUE SAI DO FOCO COM O QUE SE PEDE O MERCADO DE TRABALHO, POIS ESSA GERAÇÃO TEM O "MUNDO" EM SUAS MÃO, PORÉM NÃO HÁ CONTEÚDO PARA DESENVOLVER, AO MESMO TEMPO EMPRESAS PEDEM PARA QUE SEUS FUNCIONÁRIOS SE QUALIFIQUEM PARA A NOVA ERA DIGITAL. SERÁ QUE ESSA NOVA GERAÇÃO VÃO OCUPAR ESSAS VAGAS QUE NECESSITAM DE MANUSEIO DIGITAL? SERÁ QUE É ESSE NOVO PADRÃO DE FUNCIONÁRIO QUE SE BUSCA? PENSO QUE É IMPORTANTE SE ATUALIZAR, PORÉM PRECISAMOS BUSCAR CONTEÚDOS, OU SEJA, FAZER COM QUE ESSA MÁQUINA VIRE UMA PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO.

ELAINE ALVES TEIXEIRA

terça-feira, 13 de abril de 2010

REFLEXÃO SOBRE O TEXTO: “MEIOS DE COMUNICAÇÃO NA ESCOLA,” DE BACCEGA X VÍDEO: TECNOLOGIA OU METODOLOGIA.

O vídeo nos mostra como as escolas estão equivocadas diante das novas tecnologias, elas se modernizam em infra estrutura e em tecnologias, mas se esquecem de oferecerem cursos de qualificações para o seu corpo docente.
As escolas tem as tecnologias, porém não sabem como utilizá-las e explorá-las. Acabam sendo utilizadas simplesmente como recursos para as aulas, caindo no tradicional, pois os recursos são novos e modernos mas a maneira como é utilizado se torna o antigo e sem estímulo.
Como o texto mesmo nos diz: "A escola não é mais, hoje, o único lugar onde se adquire o saber."
Os alunos em geral, já chegam na escola com todas essas informações que os meios de comunicação lhes proporcionam, mas os educadores não sabem aproveitar essa bagagem que os alunos já carregam e se prendem apenas na linguagem verbal. Assim a linguagem encontrada na "rua" se torna muito mas agradável que a linguagem da escola.
A escola deve aprender utilizar as tecnologias e os conteúdos de mãos dadas, fazendo a mediação do saber que eles já carregam e o saber da escola para a criação das metodologias.
"Editar é construir uma realidade outra, a partir de supressões ou acréscimos em um acontecimento. Ou, muitas vezes, apenas pelo destaque de uma parte em detrimento de outra. Editar é portanto, reconfigurar alguma coisa, dando-lhe novo significado, atendendo a determinado interesse, buscando um determinado objetivo, fazendo valer um determinado ponto de vista."
A escola precisa reconhecer que ela é detentora de um enorme poder de mediação na construção de significados. Tendo a consciência plena dessa tarefa, e executá-la da melhor forma possível.

Link para o vídeo Tecnologia ou

Link para o texto de Maria Aparecida Bccega

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Comentário sobre o vídeo do Rafinha 2.0 e o Texto Exclusão digital

Ao assistir ao vídeo do Rafinha e verificar o texto Exclusão Ditital, pude perceber que existem ainda muitas divergências no tocante a Inclusão Digital, nas "facilidades" que a Internet oferece, não apenas a internet, mas os Softwares que são atualizados a cada dia, o lançamento de novos Equipamentos, e assim por diante. Ouço falar que: qualquer pessoa pode ter acesso a internet("informações"), basta ir a uma "LAN HOUSE". Eu conheço pelo menos cinco famílias no bairro onde moro, que mal têem o que comer no dia a dia. E os mais jovens destas famílias, quando conseguem algum "trocado", seja da forma que for, podem até chegar a LAN HOUSE, mas certamente não irão atrás de informações e sim atrás de Diversão a fim de suprirem uma necessidade que parte da sociedade não vê este momento de diversão como necessidade, mas percebo um certo disleixo quando se trata da classe menos favorecida.

Ewerton Morais-P331

domingo, 4 de abril de 2010

COMENTÁRIO SOBRE O VÍDEO DO RAFINHA E DO TEXTO EXCLUSÃO DIGITAL.

AGORA COM A NOVIDADE DOS CURSOS ON LINE A PRATICA DOCENTE FEZ SURGIR UM NOVO PERFIL DE PROFESSOR, ISSO SE DEU PORQUE HÁ UM NOVO PERFIL DE ALUNO. ELES ESTÃO VIVENDO UMA NOVA EXPERIÊNCIA,COMO PLANEJAR SEUS ESTUDOS E SE COMUNICAR COM OS COLEGAS E PROFESSORES.FAZENDO A COMPARAÇÃO COM O TEXTO E O VÍDEO DO RAFINHA CHEGUEI A CONCLUSÃO DE QUE SE FOSSEMOS TODOS DA ERA DO RAFINHA NÃO PRECISARIAMOS DOS CURSOS PARA NOS APERFEIÇOAR.

ROSELI CAMPOS DUARTE.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Comentário sobre o vídeo do Rafinha e os textos: Geração C e Exclusão digital.

Acredito que, de qualquer forma, a Geração C é um público com muito mais oportunidade de obtenção de conhecimento, do que qualquer outro de antigamente, pois seu acesso a essa conexão on line o facilita de alcançar todas as suas dúvidas com apenas um clique.
Essas tecnologias facilitadoras possuem suas vantagens, tendo em vista seu poder em aproximar as classes sociais. Afinal, ainda que um jovem de baixo poder aquisitivo não possua um computador em casa, ele pode ter acesso de outras maneiras.
Porém, este grande avanço digital chegou em nosso país com objetivos e “manuais de instruções” completamente deturpados, pois, ainda que esse mundo virtual te ofereça todas as respostas sobre qualquer dúvida, a nossa Geração C não o usa como uma ferramenta séria e útil o trabalho e o conhecimento.
Os sites de relacionamento e os jogos on line são os mais acessados e procurados por eles, logo, os pais que estão sendo incluídos agora nesta nova sociedade não atentam seus olhares para esses novos acontecimentos que podem realmente dar início a uma nova geração, mas que no futuro pode ter consequencias e problemas maiores do que a antiga geração. Pois, se levarmos em conta os riscos que nossos jovens correm ao navegar na internet com fácil acessibilidade a tudo, veremos que a formação destes adutos ocorre, muitas vezes, num perigo constante. É nessa hora que, a Geraçao A.I. deve entrar e interferir neste processo informando-as e conduzindo-as à real e benéfica utilidade desta fonte do saber, a internet.
Deve-se ser levado em conta também o fato de que, aqui no Brasil só está inserido digitalmente o jovem da Geração C. Pois, aqueles outros conhecidos como A.I. sofrem para incluir-se no mercado de trabalho que hoje, exige um mínimo de conheciemento possível na área de informática. Mas ainda assim, esperam que o empregao se especialize cada vez mais, estando apto a novas aprendizagens.

Shaiane Vieira da Silva

sábado, 27 de março de 2010

Comentário sobre o vídeo do Rafinha e o texto Exclusão Digital. (Gabriela E. Possoli Vesce)

No Brasil a inclusão digital ainda não é uma realidade, mas ao assistirmos ao vídeo do Rafinha podemos ver que toda essa nova geração já nasce integrada a todas essas novas tecnologias e com o pleno domínio dessas ferramentas que são o computador e a internet.
Mas como dizer que a nova geração”C” é a geração do Conteúdo, da Colaboração e da Conectividade, se ainda sabemos que no nosso país existe a exclusão digital?
A problemática da exclusão digital apresenta-se como um dos grandes desafios deste início de século.
A nova geração “C” tem a acessibilidade a diversos tipos de informação, enquanto uma parte dessa geração fica excluída dessa informação, ou seja, uns estão tão conectados e ligados com a globalização e outros estão excluídos do acesso às novas tecnologias.
A geração “C” hoje passa de indivíduo passivo para ativo no campo da internet, programam, participam e elaboram o que quiserem na internet.
O filósofo francês, Pierre Lévy afirma que: “toda nova tecnologia cria seus excluídos”.
Com essa afirmação podemos concluir que não só excluímos pessoas das novas tecnologias como também criamos uma desigualdade social, onde o indivíduo não tem acesso ao seu direito e exercício de uma cidadania plena.
A exclusão digital estende-se até o mercado de trabalho, pois as empresas querem contratar profissionais que saibam lidar com essas novas tecnologias e as pessoas que não tem o acesso a essas novas tecnologias ficam à margem do que o mercado de trabalho está procurando e exigindo e essas exigências vão além do domínio da leitura e da escrita.

Anielle Barboza Galdencio.

As tecnologias são importantes, mas apenas se soubermos utilizá-las. E saber utilizá-las não é apenas um problema técnico.

Tecnologias do Conhecimento

Tentamos aqui identificar as grandes linhas do imenso potencial que abrem as novas tecnologias do conhecimento, e também os novos perigos que apresentam. A educação já não pode funcionar sem se articular com dinâmicas mais amplas que extrapolam a sala de aula. Da mesma forma, a economia já não pode funcionar de maneira adequada sem enfrentar a questão da organização social do conhecimento.

O autor destas linhas é economista. Porque está se aventurando nesta área que normalmente é da educação? Por um lado, porque ensinar economia é um trabalho de educação, e não há educador que não sinta que estamos avançando para novos horizontes. Por outro lado, estamos avançando a passos largos para uma sociedade do conhecimento, e a problemática da educação se tornou central para todos nós, para o desenvolvimento econômico e social de maneira geral.

As tecnologias em si não são ruins. Fazer mais coisas com menos esforço é positivo. Mas as tecnologias sem a educação, conhecimentos e sabedoria que permitam organizar o seu real aproveitamento, levam-nos apenas a fazer mais rápido e em maior escala os mesmos erros. Achávamos que o essencial para desenvolver o país seria criar fábricas e bancos. Hoje constatamos que sem os conhecimentos e a organização social correspondente, construímos uma modernidade com pés de barro, um luxo de fachada que já não engana mais ninguém.

Alguns trechos do presente livro apareceram em artigos, ou capítulos de livros. Com a dimensão dos desafios que enfrentamos, achamos útil elaborar uma visão de conjunto, e apresentar os nossos principais desafios de maneira sistematizada, ainda que sumária.
Fonte: Veja texto completo.

Projeto de Inclusão Digital que deu certo.

Semana de Inclusão Digital 2010: evento na Lapa promove a democratização da informática
O computador, apesar de já ter se tornado um equipamento popular entre os brasileiros, ainda tem acesso restrito entre a população mais carente. Um evento na Fundição Progresso, na Lapa, vai mostrar que o universo digital pode estar ao alcance de todo mundo.

Para lembrar a necessidade e a importância da informática como elemento transformador, o Comitê para a Democratização da Informática (CDI), que este ano completa 15 anos, realiza uma série de atividades para o público. Exposições e cursos livres serão abertos para quem quiser conhecer mais sobre o universo da informática e a história do cdi.

No evento, que acontece nesta quinta (25) e sexta-feira (26), atividades como oficinas de moviemaker e edição de imagens, oficina de música eletrônica e oficina de vídeo e TV digital serão abertas ao público.

Além das atividades, o comitê também vai receber doações de computadores e equipamentos que serão entregues aos centros de inclusão digital em comunidades carentes.

Atualmente, o CDI possui 32 escritórios regionais, que já beneficiaram mais de 1,3 milhão pessoas, principalmente crianças e jovens.

A ONG possui mais de 800 centros espalhados pelo país e ainda atua em mais 13 países, a maioria na América Latina.

Programação:

Local: Fundição Progresso - Rua dos Arcos, 24 - Lapa
Entrada franca
Dias 25 e 26 de março, das 11h às 19h - coleta de computadores usado
Dia 25 de março:
das14h às 18h - oficinas de moviemaker e edição de imagens no CDI Comunidade Francisco
das 15h às 18h - oficina de música eletrônica "Circuit Band" com o uso de material eletrônico analógico e digital*
- oficina de vídeo e TV digital com caito mainier *
- 16h às 20h - "Mostra de Superação" com exposição da artista Kátia Santana - "Arte Superando Barreiras" e estandes com os seguintes assuntos:
-.computadores para hospitais
-.utilização de equipamentos
- reciclagem verde - o processo de reciclagem do lixo eletrônico
- projeto CDI Conexão - parceria com a rede cidadã e Accenture para capacitar e inserir jovens no mercado de trabalho
- CDI nos presídios
- CDI e pessoas com deficiências - parceira com Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD)
- das 18h às 21h: inauguração da exposição de fotos "Agentes de Transformação Cdi"
-18h: batalha de mcs com a participação do Mc Marechal
- das 18h30 às 19h30: palestra de superação com a presença do artista Vik Muniz
- 19h30h às 20h30: happy hour com DJ e VJ
*outras atividades estarão acontecendo nos CDIS Comunidades do Rio

Fonte

domingo, 21 de março de 2010

sábado, 20 de março de 2010

Exclusão Digital

No Brasil, a inclusão digital ainda não é realidade, presenciamos uma série de desigualdades e exclusões,sendo assim, as tecnologias e o mundo digital não poderiam estar a parte.
Os termos infoexclusão e apartheid digital são expressões que definem essa exclusão de oportunidades.
Podemos perceber que o acesso à mídia e às tecnologias de informação e comunicação não são o bastante para assegurar a inclusão digital.
Atualmente, as exigências do mercado de trabalho vão além do domínio da leitura e da escrita, os empregadores esperam plena capacidade e aptidão às tecnologias ou, no mínimo, um conhecimento básico digital.
Fonte:Texto na íntegra

Jovens participam de projetos sobre inclusão digital no RS.

Segunda-feira, 23 de março de 2009 - 14:00 23/3/2009 –

Com um sorriso contagiante, L.C.P, 14 anos, navega sem fronteiras pela internet. Entre um sítio e outro, a jovem que quer ser professora ou advogada aproveita as maravilhas da rede e faz planos para o futuro. Da mesma forma, outros 29 meninos e meninas carentes de Pelotas dão os primeiros passos para se tornar cidadãos participativos, graças ao projeto de inclusão social e digital desenvolvido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense, em parceria com o Ministério Público Estadual e a Secretaria Municipal de Cidadania.
A idéia surgiu em 2007. De lá para cá, 60 jovens já foram atendidos e ganharam a oportunidade de sonhar com uma vida melhor. Atualmente, 30 alunos, de cinco casas lares de Pelotas, participam do projeto. Além da informática, eles também freqüentam aulas de música, xadrez e praticam esportes nas instalações oferecidas pelo campus Pelotas do instituto federal sul-rio-grandense.
“Muito mais que os ensinamentos sobre programas como word, excel e powerpoint, as aulas de informática servem como reforço pedagógico. Aqui eles exercitam a leitura e utilizam a internet para fazer trabalhos escolares”, comenta o professor Luis Paulo Basgalupe Moreira.
O sentimento de satisfação também é compartilhado pela analista de tecnologia da informação Simoni Krüger, que desde o ano passado se dedica à causa. “Tem sido uma experiência incrível poder participar e ajudar a gurizada através da informática. Por isso, acredito que vale à pena investir na educação”, ressalta a servidora do instituto federal.
Junto com Moreira e Simoni, mais quatro professores e quatro bolsistas se dedicam voluntariamente ao projeto de inclusão, coordenado pelo pró-reitor adjunto de extensão do instituto, Miguel Baneiro. As aulas, que se estendem de março a dezembro, são realizadas nas segundas e quartas-feiras pela manhã e nas terças e quintas à tarde.
“Procuramos dar carinho e atenção, já que muitos deles não encontram isso em casa”, destaca Baneiro, que se emociona ao ver, em apenas dois anos, os resultados positivos alcançados pela iniciativa. Destaque para as audições de música ministradas pelo professor Marco Antônio Fragoso, atividade sacramentada com a Banda da Promotoria, outro projeto em desenvolvimento na Promotoria de Justiça.
Conforme Baneiro, em pouco tempo o projeto se transformará em programa, com a ampliação na oferta de cursos e oficinas. As primeiras beneficiadas serão as meninas, que passarão a ter aulas de artesanato já a partir de abril.
“Com este trabalho de inclusão tanto digital como social, o instituto federal sul-rio-grandense se empenha para oferecer mais oportunidades àqueles que estão à margem da sociedade. Nosso objetivo é prepará-los para o futuro, dando ferramentas para que eles reescrevam a sua própria história”, afirma o reitor Antônio Carlos Barum Brod.Fonte

GERAÇÃO "C".

O "C" vêm de Conteúdo (Content em Inglês), ou seja, Geração Conteúdo, mas pode ser encarado também como Geração Conectada ou da Conectividade.
Mas o que é isso de verdade? Quem são essas pessoas? O que as tornam tão diferentes?
Bem, elas não muito diferentes de você ou do seu vizinho, mas elas presenciam uma realidade onde sempre existiram computadores a sua volta, até porque elas convivem com computadores desde que nasceram, onde o termo "Internet" e "On-line" não apresentam nada de novo, afinal isto sempre fez parte do dia-a-dia delas antes mesmo de entenderem o que o termo dia-a-dia queria realmente dizer.
Provavelmente a maneira como classificamos as pessoas / consumidores / público-alvo / etnias / grupos sociais, vai mudar drasticamente em virtude do impacto que a primeira leva da Geração "C" começa a despontar no mundo com números expressivos.
Mas existe realmente algo que diferencia estas pessoas. E não são somente seus hábitos de consumo, e sim a forma como elas se relacionam com o mundo. Até porque consumidor jovem é bem diferente de público jovem.
Se acostume com os termos A.I. (pessoas nascidas antes da internet) e D.I. (depois da internet). Estes termos definem dois grupos de pessoas que operam de forma totalmente diferentes.
Essa Geração, a "C", é a primeira fornada de consumidores nascida sob a onipresença do computador e da internet.
Todo esse Buzz existe porque eles possuem a capacidade de produzir e veicular seu próprio conteúdo. Sua interferência na mídia e na sociedade em geral tem gerado e alimentado fenômenos como o YouTube, os Blogs, a Wikipedia e o Orkut. Em virtude de ter crescido sob a presença da internet, a Geração "C" tem um DNA diferente, uma atitude não-linear, viral, horizontal, esculpida e lapidada pela sua própria atuação na rede.
(Vi algo parecido como isto na Rússia em 2003. Os jovens nascidos depois da queda do Comunismo estavam mudando drásticamente a maneira como as pessoas viviam e enchergavam o mundo em que viviam. O choque de gerações estava acontecendo de maneira abrupta e incontrolável e as divergências de opiniões e comportamentais eram de porporções gigantescas.)
Este novo padrão de comportamento se encontram em diversos tipos de pessoas que estão ao nosso redor, esta nova geração está equipada com cérebros digitais. Qualquer marca que tentar acessá-la de forma analógica vai ficar para trás.
Está chegando a era onde investir toda a verba de marketing numa milionária campanha de televisão é coisa do passado.
Para falar a mesma língua que a Geração "C" as marcas precisam ser navegáveis.
Nunca foi tão importante ter uma identidade de marca coesa e se expressar de maneira coerente. O bom e velho Branding, o grande alinhador da essência de marca através das inúmeras plataformas de comunicação. As marcas agora precisam engajar o público através de múltiplos canais e de diferentes formas: via conteúdo, entretenimento, na web e fora dela, através de experiências e sensações e, eventualmente, associadas a outras marcas.
A Geração "C" tem o cérebro desenhado como nenhuma outra, com sua revolucionária capacidade de editar e produzir informação. O código da comunicação mudou inteiramente a partir dela. O Branding tornou-se uma ferramenta indispensável para as empresas que precisam encarar o desafio de se sobressair e atingir o novo público jovem que já está dominando o mundo, o jovem da Geração "C".
Vai chegar a hora, a hora da virada, o momento onde o Consumidor consegue através de multi-vozes quase inaudíveis alinhar-se e soltar um tremendo berro como reposta.
Ao meu ver esta hora chegou, e é agora!
GERAÇÃO C.... ATIVAR!Fonte

PESQUISA.

Exclusão digital
Pesquisa revela que 68% dos brasileiros nunca usaram internet
Publicado em 25/11/2005 - 11:45
Uma pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil - em parceria com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com o Instituto Ipsos-Opinion e com o Ibope//NetRatings mostrou que 68% dos brasileiros nunca usaram a Internet e somente 9,6% da população brasileira a utiliza diariamente. A pesquisa apontou ainda que o principal motivo que promove o acesso à rede é a educação, já que 41% dos brasileiros utilizam a Internet como ferramenta de apoio para atividades escolares. Outro dado destacado é que 55% da população brasileira nunca utilizou o computador.

O panorama do uso das tecnologias de informação e comunicação em empresas brasileiras representadas na pesquisa, no entanto, apresenta resultados positivos. As taxas de uso do computador e da internet são altas, mostrando a ampla informatização do setor privado. Os números mostram que 98,76% das empresas usaram computadores nos últimos 12 meses e 39% das empresas que usaram computadores possuem intranet (rede interna da empresa). Além disso, 16,54% das empresas tem funcionários acessando o sistema de computadores da companhia à distância e 44,52% das empresas tiveram alto grau, ou substituição quase total, do correio tradicional por e-mail.

Os dados da pesquisa reforçam a idéia de que o acesso e o uso do computador e da Internet no Brasil dependem do nível socioeconômico do indivíduo, sua renda familiar, e a região onde vive. O nível de posse e uso do computador e da Internet nos diversos segmentos sociais se concentram nos indivíduos de famílias com maior poder aquisitivo e que moram em regiões mais ricas. Além disso, pessoas mais jovens usam mais o computador e a Internet do que as que apresentam maior idade.Fonte

EDUCAÇÃO E INCLUSÃO DIGITAL

Olá pessoal!!!!


Sejam bem vindos ao nosso blog,aqui pretedemos discutir e abordar temas sobre Exclusão e Inclusão Digital realizados no nosso bairro, na nossa cidade, no nosso estado e no nossso país, sintam-se a vontade para seguir, comentar e interagir com o nosso grupo.

"...é necessário repensar a escola e a educação no sentido mais amplo. A escola deve ser menos lecionadora e mas organizadora de conhecimento, articuladora dos diversos espaços do conhecimento."
(Dowbor, L.,2001)